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Instituto Guga Kuerten e Governo do Estado Ajudam Mobiliar Casas Atingidas Por Enchentes

quarta-feira, janeiro 21st, 2009

Nessa última segunda feira dia (19), O Instituto Guga Kuerten e Governo do Estado de Santa Catarina fecharam a união com o intuito de ajudar famílias que tiveram suas casas destruídas por enchentes no Vale do Itajaí. Para beneficiar-se desse programa sera preciso ter baixa renda ou um membro que seja atendido pela APAE de SC.

Inicialmente ja foram beneficiadas 31 famílias de cidades Catarinenses, uma casa em Balneário Camboriú, uma casa em Camboriú, quatro em Itajaí, quatro em Gaspar, seis em Ilhota e quinze em Blumenau. Destacando que o Governo Federal tem em meta não só ajudar a remobiliar casa atingidas mais também prevenir novos trágicos incidentes como o ocorrido de outubro a dezembro de 2008.

As enchentes prejudicaram mais de 1,5 milhões de pessoas em mais de 60 cidades do estado de Santa Catarina, mais de 78 mil habitantes foram obrigados a abandonarem suas casa para evitarem mais tragedias.

Para Ajudar aos desabrigados da enchente de Santa Catarina:

Defesa Civil de Santa Catarina: Banco do Brasil (BB), agência 3582-3, conta corrente 80.000-7; ou na conta corrente 80.000-0, agência 068-0, do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Creditar ao Fundo Estadual de Defesa Civil-Doações. O CNPJ da Defesa Civil é 04.426.883/0001-57

Condições Especiais são Criadas Pela Caixa Para as Construtoras

quinta-feira, abril 3rd, 2008

O financiamento da Caixa Econômica esta sendo aprimorado para as construtoras. O banco esta personalizando um modelo para concessão de crédito, ao invés de usar uma regra geral. Essa personalização visa adequar ao perfil do empreendimento e da empresa.
A caixa inicia analisando a situação financeira-econômico da empresa, em seguida faz a avaliação da viabilidade do empreendimento. Neste modelo, a exigência de uma cota mínima de imóveis já vendidos antecipadamente pela construtora deixa de ser um pré-requisito para que a empresa consiga o financiamento. A porcentagem de financiamento também aumentou, chegando a 60% do valor das vendas, ou 85% do custo geral da produção.
No caso de venda de casa ou apartamento do empreendimento para um comprador final, que pode inclusive financiar o mesmo pela caixa, o valor desta negociação é abatido do montante que seria emprestado pela empresa, já que a sua necessidade de financiamento diminui.
A caixa cobra das construtoras as mesmas taxas de juros aplicadas a pessoa física, por exemplo, e vem registrando constante movimento de queda.
Os valores sofrem variação de acordo com a fonte de recursos e o valor do imóvel, que pode ser cardeneta de poupança ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. As taxas de juros variam de 5,5% a 12% ao ano, e o prazo para pagamento de financiamento chega a 30 anos, podendo o empréstimo cobrir até 100% do valor do imóvel.
Esse novo modelo de financiamento representa a evolução na linha de credito para imobiliárias, e foi criada para estimular a produção nos fins dos anos 90, só que com regras bem mais rígidas, como exigência de cotas de vendas e restrição do financiamento em até 30% do valor do empreendimento.